sábado, 31 de agosto de 2013

Desfile Burberry - Primavera/Verão 2014

Olá   Men!

Burberry

Hoje não tenho muito a dizer, quero só deixa  este vídeo com vocês. Apesar de não ser "novinho" , pois um desfile em questão ocorreu em Junho de 2013, acredito que vale a pena para quem ainda não viu, se inspirar:

Observe principalmente como eles usam as cores  nos looks, chega a ser impressionante a harmonia que conseguem. A coleção remete a  ideia dos recentes "It  Boys" que abusam das cores nos looks, mas a Burberry  traz essa mesma ideia também para modelos mais clássicos/sociais. Tem até gravata listrada fazendo partner com camisa de bolinha, tudo isso em um clima de moda urbana que fascina.

Aproveite e diga o que achou!

Até a próxima


A Moda Masculina da Burberry  para Primavera/Verão 2014






domingo, 25 de agosto de 2013

Moda Masculina: Jaquetas Motociclista

Moda Masculina: Jaquetas Bikers (Motociclistas)


Inverno chegou e o frio tem incomodado muita gente por aí, mas incomodo não é desculpa para que os homens descuidem das novidades da moda. Por isso, acompanhe as próximas linhas deste post, onde vamos falar sobre as Jaquetas de Motociclistas. E o mais prazeroso de se ver é que elas além de lindas (eu achoooo!!) conseguem combinar com o casual, o esportivo e o clássico desde que você saiba como coordena-la, mas esse não será mais seu problema, depois da nossa ajuda... Vamos lá?
Para começar, um breve Histórico das Jaquetas Biker.

A Jaqueta de Motociclista

Jaquetas de motoqueiro ganhou destaque como um símbolo da subcultura rebelde após a Segunda Guerra Mundial e foram glamourizada por estrelas de cinema, como Marlon Brando e James Dean em clássicos culturais como The Wild One e rebelde sem causa . A jaqueta passou a resumir a imagem de durão de uma geração de motociclistas e lubrificadores, e manteve-se enraizado na cultura da moda moderna, como um pedaço de grampo que continuamente deixa a sua marca, temporada após temporada.

Nas passarelas:

A maioria das jaquetas de motoqueiro em destaque nas semanas de moda mundiais foram em grande parte tradicionais e não andaram muito longe da silhueta atemporal e corte acinturado. Ralph Lauren, Dsquared2 e Calvin Klein foram grandes defensores desta abordagem tradicionalista, com jaquetas de motoqueiro clássicos em couro preto e marrom completo com zíper assimétrico estereotipada de fixação:

Jaquetas Bikes

Belstaff :

Uma marca que vale a pena uma menção especial é a Belstaff. Corridas de motos estão no coração do patrimônio da empresa, por isso não é de estranhar que a jaqueta biker continua a ser um grande batedor para a marca. Sem surpresa a Belstaff vem apresentando várias versões tradicionais em várias cores - incluindo o preto, marrom e cinza escuro bem macio.

Curiosamente a Belstaff levou a jaqueta biker estereotipada e a atualizou, através de escolha de material, cor e corte.

Por exemplo: A coleção contou com uma malha para criação de jaquetas biker de lã, que ofereceu uma aproximação tátil interessante para a tendência. Além disso, a marca inclui uma versão de camurça amarelo com detalhamento de listra bege, e uma versão ligeiramente mais longa castanho suave que jogou com a norma. No entanto, o destaque da Belstaff  foi uma peça cinza suave com detalhes multi-zip, dragonas e cintura com cinto de segurança, que veio em um slim,  com corte adaptado  com um estilo que mantém o ethos subjacente da rebelião, mas aplica-la em um sofisticado maneira:

Belstaff Biker

Modernizar o estilo

Outras marcas exploram torções modernas sobre a tendência do motociclista revestidas de diferentes maneiras. Detalhamentos direcionais foram usados por Ermenegildo Zegna, com perfurações sutis, mas eficazes em todo o casaco, enquanto John Richmond utilizou recorte detalhando para atualizar os estilos em sua coleção. Da mesma forma, detalhes externos foram aplicados aos ombros e mangas de jaquetas de motoqueiro por outros designers, a fim de fazê-los se destacar da multidão. Balmain enfatizou ombros e mangas com costura com nervuras, John Richmond aplicou recorte escama de peixe para as mangas e Diesel Black Gold incluiu o couro com  detalhe bordado nas mangas:

Balmair

Cores alternativas

Uma maneira fácil de separar sua jaqueta biker da multidão é a utilização de cores, e várias coleções de designers optaram por ir por esse caminho.

Philip Lim 3.1 optaram por branco,
Elie Tahari foi para soft cinza,
Belstaff incluiu uma versão verde cáqui
Iceberg empurrada na tendência navy blue.
Enquanto isso, Kenzo e Paul Smith ofereceram ainda mais ousadia na tendência, com jaquetas de motoqueiro em negrito, tons brilhantes de amarelo e laranja, respectivamente:

Novas Tendência: Jaquetas Biker

A Moda Imprensa

Olhando para a imprensa de moda, é claro que a jaqueta biker tem sido um destaque; tema que desde SS12. Em março de 2012,  quando a  Revista Esquire publicou uma reportagem sobre SS12 jaquetas de couro de motociclista azul por Emporio Armani que o ator britânico Alfie Allen ostentou.

A Fast-forward em setembro publicou uma matéria característica  que traz Aaron Taylor-Johnson vestindo uma jaqueta biker Hermes em lã macia e durável. Da mesma forma,a Revista Lista rotulou a jaqueta biker como um must-próprio e publicou recentemente um artigo que usa o filme Easy Rider de 1970  , como fonte de inspiração.

O artigo em questão incorporou várias peças de design, incluindo uma jaqueta de couro tradicional por R13 em couro / camurça marrom com revestimento em pele de carneiro por Roberto Cavalli, e uma jaqueta de de couro marrom por Schott. Lista passou a relatar que Yves Saint Laurent apresentou jaquetas de motoqueiro em tecidos mais grossos, mais quentes para AW13, provando que o estilo está aqui para ficar em o futuro previsível.

Modelos para se inspirar:



Estilos atuais

Voltando nossa atenção para as jaquetas biker atualmente disponíveis no mercado, parece que há algo para todos.

Para aqueles que se sentem mais "agraciados" orçamentalemente, Mr Porter tem uma vasta gama de versões de grife do tradicional Dean-Esque; jaqueta preta de couro de Schott James para uma versão de couro creme com zíper frontal detalhando por Maison Martin Margiela.

Da mesma forma, a Play está estocando uma jaqueta de couro cor de vinho por Alexander McQueen e uma de algodão, couro e tweed , assim como jaquetas biker em preto, cinza e branco por Balenciaga.

Para aqueles com restrições orçamentárias mais rígidas, vários varejistas de rua estão oferecendo mais rentável estilos. Topman , em particular, têm uma infinidade de  jaquetas bike em couro o para você escolher, enquanto ASOS ' na linha casa continua a produzir opções acessíveis e cada temporada:

E agora? O que acha de vestir uma dessas maravilhas e "causar" em varias ocasiões?

Fui!! Buscar a minha

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O Alfaiate de Adolph Hitler

Hugo Boss:O Alfaiate de Adolph Hitler



Hugo Ferdinand Boss nasceu dia 8 de julho de 1885 e nem pensava em ser um dos grandes nomes no mundo da moda. 

Hugo Boss começou sua carreira como um simples alfaiate. Após a Primeira Grande Guerra, aos 33 anos de idade, ele fundou sua própria confecção em Metzingen(1923). 

Nesta época, a produção contava apenas com 30 
funcionários. Faleceu em 1948, em Metzingen, sua cidade natal com 63 anos. Hugo Ferdinand Boss, alfaiate alemão, abriu a sua pequena empresa em 1923 com o objetivo de fabricar roupas para trabalhadores. Os seus planos quase que não deram certo com o inicio de uma crise na Alemanha no período da Primeira Guerra Mundial. Hugo Boss durante a Alemanha Nazista confeccionou as roupas para SS entre 1933 e o final da Segunda Guerra Mundial. 

Além disso, era afiliado ao partido nazista. Hugo Boss faleceu em 1948. Mais detalhes: Fornecedor exclusivo dos uniformes negros das SS (Schutzstaffel), da Juventude Hitlerista e de outras agremiações nazistas (sempre muito preocupadas com a elegância), ganhou milhões entre 1934 e 1945 e para dar conta das encomendas, a solução foi apelar para a mão de obra - compreensivelmente baratissima – dos prisioneiros de guerra. 

De início, paralelamente à fabricação de uniformes, que era compartilhada com outras alfaiatarias, a Hugo Boss também produzia roupas normais para trabalhadores e camisas. Em 1938, a situação mudou com o reinício do recrutamento militar na Alemanha. O foco passou a ser exclusivamente a confecção de uniformes para as forças nazistas. A empresa chegou a contar com 300 funcionários nesta época. Como era difícil encontrar mão de obra durante a guerra, a fábrica se beneficiou de 140 trabalhadores forçados, à maioria deles, mulheres. Outros 40 prisioneiros de guerra franceses trabalharam para a Hugo Boss de outubro de 1940 a abril de 1941. Após a Segunda Guerra Mundial, Hugo Ferdinand Boss foi processado e multado por sua participação no nazismo. 

Durante o período de desnazificação, com o fim do regime, em 1945, Boss foi considerado como "responsável". Apesar disso, ele foi autorizado a continuar tocando sua fábrica. Mas, não viveu tempo suficiente para ver sua empresa virar uma grife mundialmente famosa, morrendo aos 63 anos. Fato - O passado nebuloso Sinônimo de elegância e luxo, a HUGO BOSS é um produto “Made in Germany” altamente respeitado no mundo da moda. No entanto, a tradicional marca alemã carrega um passado de envolvimento nazista. 

Hugo Ferdinand Boss teve uma relação muito estreita com o nazismo. Em 1931 se filiou ao Partido Nacional-Socialista (NSDAP), de Adolf Hitler. Antes e durante a Segunda Guerra Mundial, a empresa desenhou e produziu uniformes de tropas e oficiais da Wehrmacht e SS. Além disso, a empresa foi acusada de usar mão-de-obra forçada, onde os trabalhadores tinham uma carga diária de 12 horas, com um curto período de intervalo. O empresário, após o término da guerra, foi tachado de “oportunista do Terceiro Reich“, multado em 80 mil marcos, e privado de seus direitos civis. “A fábrica de roupas fundada pelo senhor Hugo Boss produziu roupas de trabalho e achamos que também uniformes da SS. Até agora, nós não temos arquivos na companhia e nós estamos tentando descobrir o que aconteceu“, declarou Monika Steilen, porta-voz da empresa, em 1997, quando a notícia foi divulgada por uma revista austríaca. Simplificação grosseira: Após a derrota do III Reich, foi levado aos tribunais mas pegou penas brandas, condenado a indenizar as famílias dos trabalhadores forçados. Mais detalhes da marca: Em 1993, os dois netos de Hugo Boss, que fez a empresa e sua linha de roupas masculinas de alta qualidade, aposentaram-se. Sessenta e quatro por cento das ações foram vendidas a Leyton House. 

Na primeira marca criada, Hugo, era dirigida para homens mais jovens. Esta linha de roupas foi mais chique que o adapte às originais e ao custo do consumidor, bem menor. 

Em 1998, com o lançamento da Hugo Woman, pela primeira vez a marca criou peças para o público feminino. No início dos anos de 1990 a coleção cresceu e surgiram camisas, gravatas, malhas e casacos de pele. Além das roupas, também os cosméticos, óculos e perfumes passaram a fazer parte do catálogo da marca alemã. A Hugo Boss recuperou prestígio e os resultados financeiros de 2010 e 2011 foram record para a marca. A outra marca que foi instituída é a Baldessarini. O nome veio do designer italiano, que produziu fatos de alta qualidade para Hugo Boss. Esta linha de vestuário foi o homem destinado a executivos, que poderiam pagar mais por seus ternos. Estes fatos de alta qualidade foram criados com alta qualidade de tecidos italianos. 

Foi quando a empresa foi adquirida pelo grupo de moda italiano Marzotto. Sobre seu PASSADO NAZISTA: A marca alemã Hugo Boss emitiu um pedido formal de desculpas dia 22 de setembro de 2011, por ter usado mão de obra escrava na produção de uniformes nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. No comunicado, a empresa expressa o seu profundo pesar às vítimas que sofreram na fábrica dirigida por Hugo Ferdinand. “Nós nunca escondemos nada e sempre buscamos trazer clareza ao que aconteceu no passado. É nossa responsabilidade com a empresa, com nossos funcionários, nossos clientes e com todos os interessados na história da Hugo Boss.” O pedido de desculpas foi realizado após o lançamento de um novo livro que revela a ligação do estilista alemão com o nazismo. Segundo a publicação, Hugo Boss, não somente era o estilista preferido de Hitler como também um fervoroso adepto do partido nazista. OUTROS PASSADOS: A Hugo Boss não é a única empresa a encomendar estudos independentes para resgatar os laços com o nazismo no passado. Em 2011 também, a Quandts, família de industriais e acionistas majoritárias da BMW, quebrou seu silêncio. Ela admitiu ter feito uso de milhares de trabalhadores forçados e de terem fechado vários negócios com o governo nazista. Em 1999, Deutsche Bank encomendou uma investigação interna sobre as práticas de empréstimo da companhia durante o período nazista. Foi revelado que créditos do banco foram usados para erguer o campo de concentração de Auschwitz.

O Ministério alemão de Assuntos Estrangeiros também fez uma busca sobre seu passado e descobriu que muitos de seus diplomatas dos anos 1950 e 1960 tiveram passado nazista. Segundo estudos, cerca de 90% das empresas alemãs se beneficiaram do trabalho escravo ou semiescravo durante a Segunda Guerra Mundial. Calcula-se que no final de 1944 havia, em toda a Alemanha, 7,7 milhões de trabalhadores forçados em todo o país. Para compensar as vítimas, o governo alemão estabeleceu um fundo de reparação no final dos anos 1990. Empresas com passado nazista disponibilizaram recursos para o fundo, entre elas a Hugo Boss. A marca no mundo Os produtos da HUGO BOSS, como coleções de roupas, óculos, perfumes, sapatos e relógios, divididos em três sub-marcas principais, estão disponíveis em 124 países através de 1.500 lojas da grife (somadas as unidades próprias, franqueadas e parcerias) e em mais de 5 mil lojas de departamento e multimarcas. Aproximadamente 62% de suas vendas são geradas no continente Europeu, com a América respondendo por outros 22%. A linha BOSS BLACK corresponde a 68% do faturamento da empresa alemã. Os produtos da marca são fabricados em vários locais, como por exemplo, em Izmir na Turquia (sua fábrica mais importante); Radom na Polônia (sapatos); Morrovalle na Itália (sapatos e artigos de couro); Cleveland nos Estados Unidos (ternos); e Metzingen na Alemanha.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Coleção de Fotos Inspirada na Moda Urbana Masculina Em Todo o Mundo - Parte II

Moda Masculina Em Todo o Mundo

Hi Men!

Como vão?
Bem.. confesso que demorei, mas voltei para cumprir a promessa de dar continuidade na nossa série de artigos sobre a galeria que traz fotos de uma coleção com inspiração na moda urbana masculina em todo o mundo, conhecida como FashionBeans O Street Style Collective, como já publicamos nossa Parte I da série de artigos, daremos continuidade à Parte II com mais uma galeria de fotos super bacanas, espero que gostem..


Calvin, Fotografado no Brooklyn

Anônimo, Fotografado em Londres
Anônimo, Fotografado em Florence- Itália
Maxime Dubeaux's, Fotografado em Berlim
Young, Jun Park's, Fotografado em Paris
Anônimo, Fotografado em Londres
Anônimo, Fotografado em Paris
Anônimo, Fotografado em Malmo
Jean Carlos, Fotografado em Nova Iorque
Anônimo, Fotografado em Malmo
Joseph, Fotografado em Edinburgh

Anônimo, Fotografo em Amsterdam
* As fotos publicadas neste artigo são originais do site: FashionBeans

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Coleção de Fotos Inspirada na Moda Urbana Masculina Em Todo o Mundo - Parte I

Moda Masculina Em Todo o Mundo

Para algumas coisa definitivamente as palavras são desnecessárias... 
Por isso, vamos iniciar aqui no Men's Behavior uma serie de artigos com uma galeria que traz fotos de uma coleção com inspiração na moda urbana masculina em todo o mundo . 
Confira as fotos da FashionBeans O Street Style Collective


Victor Fernandez , Fotografia em Barcelona
Gerard e Nubia, Fotografia em Barcelona
Xavi, Fotografia em Barcelona
Daniel San, Fotografia em Barcelona

Anonimo, Fotografia em Barcelona
Stephen, Fotografia em Londres
Anonimo, Fotografia em Hamburgo
Björn, Fotografia na Holanda
Youssef Giga, Fotografia em Milão
Severio Capone, Fotografia em Milão

Fufere Koroye, Fotografia em Milão
Dusseldorf, Fotografia na Bélgica
Anderson de Oliveira, Fotografia em Dusseldorf

Continue acompanhando nossa serie de Posts com looks de todo o mundo e inspire-se. Não deixe de nos prestigiar com seus comentários

Até o próximo!!!

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Mineiro de naturalidade e orgulho, seguiu a comunicação por vocação.Bem humorado, ama cães, coca-cola e o Rio de Janeiro (cidade maravilhosa).

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